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IGP- M registra deflação em um ano

O Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) , usado como referência para reajustes de contrato de aluguel, registrou na primeira prévia deste mês deflação de 0,23%. Com isso, o indicador acumulou taxas negativas de -1,47% em 2009 e -0,47% em 12 meses até 30 de junho.

O índice deve manter a deflação no resultado final deste mês e nos 12 meses até julho, de acordo com o coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros. Ele acredita, porém, que o mais provável é que os aluguéis cujos reajustes anuais caiam em julho não baixem de preço. “Não é a primeira deflação no IGP-M. Da outra vez, há uns três anos, os aluguéis não foram reajustados, permaneceram como estavam”, disse Quadros.

O componente de maior peso do IGP-M, o Índice de Preços por Atacado (IPA), acumula queda de 3,60% em 2009. Em 12 meses, a deflação foi de 3,21%. Na primeira prévia de julho, o IPA caiu 0,48%.

“Uma queda de 0,48% no IPA não é uma oscilação pequena e são vários itens que estão caindo”, disse Quadros. A primeira prévia de julho, mostrou queda tanto dos preços dos produtos agrícolas (-0,82%) quanto dos produtos industriais (-0,36%).

Por fases de processamento, apenas os bens finais tiveram alta, de 0,34%. Os preços de bens intermediários caíram 1,25% e os de matérias-primas brutas baixaram 0,35%.

Os outros dois componentes do IGP-M subiram. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 0,12% na primeira prévia deste mês, acima da alta de 0,07% na mesma prévia do mês passado. A aceleração é creditada exclusivamente ao grupo Alimentação, já que todos os demais desaceleraram, enquanto os alimentos passaram de -0,53% para 0,14%. E o Índice Nacional do Custo de Construção (INCC) registrou alta de 0,49% desta vez, com desaceleração em relação à prévia de junho, quando ficou em 1,76%.

Dois componentes do INCC tiveram taxas positivas, mas um acelerou e outro desacelerou, segundo a FGV.

Em Mão de Obra, a alta nesta primeira prévia foi de 0,83%, bem menor que a da primeira prévia de junho, que influenciada por dissídios em São Paulo e no Rio de Janeiro, foi de 4,05%. Essa diminuição de taxa foi determinante para que o INCC também desacelerasse, de 1,76% para 0,49%. Já Materiais, Equipamentos e Serviços, que na primeira prévia de junho tinham tido deflação de 0,23%, passaram agora para uma alta de 0,17%.

Em 2009, Materiais, Equipamentos e Serviços ainda acumulam deflação de 0,72%, mas em 12 meses mostram alta de 5,95%. Já Mão de Obra, mostra alta de 6,80% no ano e 7,83% em 12 meses. O INCC acumula alta de 2,72% em 2009 e 6,84% em 12 meses.

 
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