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Pechincha que sai caro

Rosana Zica - Estado de Minas


É preciso comprovar a legitimidade do lote e conhecer as leis municipais para saber o tipo de imóvel a ser construído

Algumas das armadilhas que podem fazer um terreno comprado a preço camarada sair mais caro do que um outro, mais valorizado, podem estar escondidas nas regras da legislação sobre uso e ocupação do solo. O diretor da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Bráulio Franco Garcia, ressalta que em municípios onde há uma política de ocupação urbana regulamentada, como Belo Horizonte, é imprescindível saber o que pode ser edificado no terreno.

Nas grandes cidades, a lei já define recuos e número máximo de pavimentos permitido para cada imóvel e ainda sinaliza riscos de desapropriações. Na capital, a informação básica sobre a ocupação do solo pode ser obtida na Secretaria Municipal de Regulação Urbana, na Avenida Afonso Pena, 4.000.

Para o engenheiro João Batista Ribeiro, além de observar questões de saneamento, se há curso d’água perto do lote, e permissão de uso, para fazer uma avaliação realista e madura do local, é preciso visitar o imóvel em diferentes dias e horários. "É importante voltar outras vezes e avaliar o padrão de construção em torno, pois isso indica as perspectivas de valorização do terreno. Também é importante analisar o comércio e os serviços disponíveis, o barulho, os meios de transporte".

A recomendação de observar o padrão de construção e de acabamento dos imóveis da vizinhança vale, sobretudo, para quem busca imóvel para investimento. "Do ponto de vista econômico, há regiões onde não vale a pena construir casas ou apartamentos de quatro quartos ou com revestimento de alto padrão, pois na hora da venda não haverá retorno do investimento", aconselha João Batista Ribeiro.

EXCLUSIVO

Se na procura pelo lote a prioridade for a segurança, a solução pode estar nos condomínios fechados, cada vez mais numerosos em torno das grandes cidades, mas é preciso estar disposto a investir mais, porque os terrenos nesses locais têm maior valor agregado pelo aparato que os torna mais seguros. "Não só o terreno é mais caro nos condomínios como também o padrão do material de acabamento que deverá ser usado na obra", ressalta João Batista Ribeiro.

No caso de condomínios ou loteamentos novos ou bairros com pouco adensamento, o engenheiro explica que é possível escolher o lote que mais recebe a luz do sol e ventilação, evitando problemas, como o mofo dentro de casa.

 
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