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Crise e fim de ano freiam contratação na construção civil
A freada nas contratações é brusca: em agosto foram criadas 42,1 mil vagas, e em setembro 39,7 mil

Fonte: Jornal da Tarde

Em outubro 5.905 novas vagas foram criadas na construção civil no Brasil, 4,5 vezes menos do que as 26.662 criadas em outubro do ano passado. Nesse intervalo, o total de vagas no setor cresceu 18,5%, mas, para o ano que vem, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-SP) Sérgio Watanabe, não espera que o total de trabalhadores ultrapasse os atuais 2,194 milhões.

A freada nas contratações é brusca: em agosto foram criadas 42,1 mil vagas, e em setembro 39,7 mil. Watanabe afirma que ele é fruto tanto da crise quanto do fim de ano, período de férias coletivas e chuvas, que diminuem o ritmo de obras em andamento e quando poucas se iniciam. "Esperamos manter a base. O setor cresceu com força em 2008, mas é difícil enxergar 2009 sem um quadro mais claro do que acontecerá no mundo", afirma. "Não deve haver demissão no canteiro de obras".

Para Watanabe, o maior efeito da crise financeira sobre o setor imobiliário foi o adiamento e até cancelamento de obras, movidos pela falta de liquidez e dificuldade na obtenção de crédito. Em 2009 o setor, diz ele, deve se apoiar nas obras públicas de infra-estrutura e pelas novas opções de crédito abertas pelos bancos federais.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Sintracon-SP), Antonio de Souza Ramalho, considera mais preocupante que o baixo saldo de vagas em outubro o volume de demissões, que pode indicar futuro achatamento de salários. "Com a desculpa da crise, empresas podem demitir agora e recontratar com salários mais baixos no ano que vem", afirma.

Segundo ele, a entidade recebia, até o meio de outubro, 15 homologações de demissões por dia, e o número hoje chega a 150.

CONTAS - Um trabalhador que receba R$ 2 mil ao mês pela tabela atual tem retidos a título de Imposto de Renda na Fonte R$ 94,08; pela nova tabela, a mordida do Leão será de R$ 42,45, o que levará a uma sobra mensal de R$ 51,63. Se o valor for aplicado mensalmente na poupança desde janeiro, em dezembro terá se transformado em R$ 648,50

Especialistas consultados pelo JT indicam que a sobra do IR é uma boa oportunidade para o início de uma poupança. Eles recomendam que trabalhadores dos setores mais afetados pela crise guardem o valor.

 
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