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Mais que uma peça de decoração
Coifas estão cada vez mais bonitas, mas a peça é muito mais útil que simplesmente estética

Luciele Velluto |
Fonte: Jornal da Tarde

O que já foi um objeto apenas com funcional passou a ser parte obrigatória na decoração das cozinhas. Com vidro, alça, redonda, fina, iluminada, de inox, esmaltada e cada vez menos barulhenta, a coifa deixou de ser um equipamento e ganhou novos contornos para acompanhar a evolução dos eletrodomésticos.

O mercado oferece diversas opções de produtos e marcas, o que faz muita gente se confundir na hora da compra por não conhecer as regras básicas para escolher o artigo adequado ao projeto. E a arquiteta Claudia Krakowiak Bitran alerta: os erros são mais comuns do que se imagina.

"As pessoas desconhecem o básico, que é a diferença de potência dos motores de um produto para outro. Muitas vezes o problema vem daí, pois a coifa errada não vai fazer a exaustão da gordura da cozinha como se gostaria", explica a arquiteta.

Claudia costuma usar em seus projetos produtos feito por empresas especializadas no segmento de coifas e exaustores. E dá preferência por produtos nacionais por serem mais fácil caso seja necessário fazer alguma substituição de peça no futuro.

A escolha do tamanho da coifa também merece atenção. "Não adianta ter um fogão de seis bocas e uma coifa pequena. Até o fogão de cinco bocas se recomenda o aparelho para seis", afirma Claudia. No caso dos fogões em ilhas, o produto precisa ter um potência ainda maior do que o de parede, pois o cheiro e gordura se espalham com mais facilidade por ter uma circulação de ar mais ampla sem a parede.

A arquiteta Teresa Simões também lembra outra questão: a praticidade de limpeza. "As coifas com vidro são lindas, dão leveza, mas precisam muita mais de limpeza do que as de inox. O vidro mostra muito mais a sujeira", comenta. "Não recomendo para todo mundo se não tiver esse comprometimento", diz.

O cuidado com a instalação também é essencial. Segundo Teresa, a cozinha precisa ser projetada já com o espaço para a coifa, que exige saída externa para a tubulação e ainda instalação elétrica. A altura, distância de saída da tubulação e o eixo do eletrodoméstico sobre o fogão também precisam ser respeitados para manter a funcionalidade. "O que as pessoas precisam ver é que o preço nem sempre é o mais importante. O mais barato, nesse caso, não vai dar resultado."

Para o arquiteto Marcos Cohen, o preço de uma boa coifa está por volta de R$ 4 mil. O preço salgado é justificado. "Os modelos mais fracos não vão funcionar como uma coifa, vão apenas funcionar como um depurador, que não resolve nada", conta.

Segundo Cohen, outro problema é escolher um produto importado, não só pela manutenção, mas pelo tamanho da peça. "As coifas importadas são mais estreitas do que as nacionais por causa do formato dos fogões. Isso faz com que apenas as bocas de traz recebam a exaustão", explica.

 
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