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Um índice para medir a valorização de imóveis

O preço do quarto-e-sala no Catete, de 2000 a 2008, subiu 186%. Já um dois-quartos no Méier, no mesmo período, teve alta de 118%, e, em Ipanema, de 164%. É o que mostra o novo índice de valorização de imóveis, medido pelo Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio), que será lançado no evento “imóveis para locação/A nova realidade de investimento”. O workshop acontece nesta quinta-feira, na Fecomércio-RJ, no Flamengo, com entrada franca.

O objetivo é dar suporte aos que procuram por esse tipo de aplicação financeira, estabelecendo comparativos - a poupança, por exemplo, registrou uma valorização acumulada de 95,11% no mesmo período.

“Esse índice vai apontar os imóveis de maior rentabilidade na cidade. Para isso, estamos usando a base de dados do Secovi de 2000 a junho de 2009.”

“É algo inédito no Brasil”, adianta o vice-presidente do Secovi-Rio, Leonardo Schneider.

Com remuneração que, devido às sucessivas quedas da taxa Selic (atualmente em 8,75%), pode ultrapassar os lucros de fundos de renda fixa, o aluguel de imóveis, na opinião de especialistas, voltou à lista de boas opções de investimento.

Por isso, o Secovi-Rio bolou uma programação de palestras que vão tratar de temas como os reflexos da crise mundial no mercado imobiliário brasileiro, as perspectivas econômicas, os indicadores e a evolução do mercado do setor e as garantias de locação, entre outros.

As palestras serão ministradas pelo próprio Schneider, além do economista Paulo Guedes, Ph.D. pela Universidade de Chicago e CEO do grupo financeiro BR Investimentos; e por Leandro Ibagy, coordenador de locações da Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI).

Entre as principais dúvidas dos investidores que procuram o Secovi-Rio, estão as opções que surgiram no mercado nos últimos anos para resolver questões como inadimplência e fiança. Serão apresentadas, portanto, as diferentes modalidades de garantias de aluguel mais usadas pelos administradores de imóveis, como segurofiança, títulos de capitalização em locação de imóveis e até mesmo os fundos DI, explica o vice-presidente do Secovi.

VALORIZAÇÃO DO BEM ENTRA NA CONTA, LEMBRA ESPECIALISTA - Schneider ressalta que a rentabilidade do aluguel tem girado em torno de 0,6% a 0,8%, sendo que, no segmento comercial, chega a 1%, o que já torna a opção competitiva com os fundos de renda fixa. O aluguel de quarto-e-sala em Copacabana, por exemplo, teve rendimento de 0,68%. O de um dois quartos no Leblon, de 0,8%. Enquanto isso, a poupança registrou rentabilidade média de 0,6% ao mês.

 
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