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Especialistas apontam as áreas que devem ser foco do setor imobiliário

O mercado imobiliário do Rio poderia ter traçado um caminho diferente, mais homogêneo. A avaliação, feita pelo arquiteto e urbanista Carlos Fernando Andrade, superintendente do Iphan no Estado do Rio, encontra respaldo não só no esboço do novo Plano Diretor, como no discurso de construtores. Na tese de doutorado que acaba de defender, Andrade mostra que cabe à cidade agora condicionar a ocupação urbana à infraestrutura já existente e à necessidade urgente de preservação ambiental. É o que mostra a reportagem de Luciana Calaza para o Morar Bem deste domingo.

“Essa seria a melhor forma de conduzir o ordenamento da cidade. Ao longo dos anos, a população abandonou áreas que têm água, luz, esgoto e rede de transportes para ocupar outras que ainda não têm”, frisa Andrade, lembrando que a partir daí criaram-se vazios populacionais em áreas com infraestrutura. O pequeno crescimento registrado concentra-se na Baixada de Jacarepaguá, Zona Oeste e favelas. Isso significa, em alguns casos, desmatamento e principalmente uma deseconomia.

O pesquisador defende a adoção do Corredor Viário T5, com um ônibus sobre trilhos ligando a Penha à Barra - promessa de campanha do prefeito Eduardo Paes. Este, diz ele, seria um estímulo ao investimento imobiliário nos bairros de vazios urbanos. O T5 teria linhas complementares, fazendo a ligação desse traçado urbano com o Centro e os principais subcentros da cidade, como Zona Sul, Méier e Tijuca.

O construtor José Conde Caldas, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e membro do Conselho Municipal de Política Urbana (Compur), diz que concorda, em certos aspectos, com a tese de Andrade.

“Realmente, na região da Barra e Baixada de Jacarepaguá, não se delimitou as áreas onde se poderia construir prioritariamente. Por isso, agora, a ideia é criar certos obstáculos. Mas no caso da Zona Oeste há um fator novo, que é o polo siderúrgico de Sepetiba. Quando ele começar a operar, uma nova população precisará morar perto do trabalho. Por isso, o plano deve incentivar a construção de moradias na área, até como forma de evitar a favelização.”

 
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